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BURACOS NEGROS EMOCIONAIS SÃO DRENOS E LIMITADORES DE ENERGIA

 

buraconegro

Mensagem de Jennifer Hoffman

29 de Maio de 2018

Apenas quando pensamos que as grandes mudanças de energia de Maio estavam concluídas, desde que o Mês está quase acabando, algo acontece. Na semana passada houve muitas mudanças na narrativa energética e um despertar em massa das pessoas. Lembre-se de que estes movimentos podem afetar o seu próprio equilíbrio energético, especialmente aqueles que são muito sensíveis à energia e aos seus movimentos.

Para o artigo desta semana estou compartilhando algo dos arquivos que é muito relevante para nós hoje e que pode ser um grande obstáculo em nosso caminho: as feridas da alma e o trauma energético que criam buracos negros energéticos em nosso campo de energia. Estes podem drenar nossa energia e limitar nossa alegria de muitas maneiras, mas podemos superá-los, como você lerá no artigo desta semana.

E temos uma linda lua cheia na terça-feira, 29 de maio, que também traz muita energia emocional para a linha de frente, de modo que o tópico dos buracos negros emocionais, feridas da alma e traumas energéticos, está bem no alvo.

PERIGO – BURACOS NEGROS EMOCIONAIS A FRENTE

Deveríamos ter um sinal de alerta para nos avisar quando estivéssemos ativando nossos buracos negros emocionais, como o robô no programa de TV Perdidos no Espaço(dos anos 60) que agitava os braços e dizia “Perigo Will Robinson” quando o perigo estava se aproximando. A próxima melhor coisa é entender quais são os buracos negros emocionais, o que os causa e como podemos evitar ser atraídos para eles.

Você já esteve sentado, cuidando de seu próprio negócio e, então, recebe uma chamada de telefone ou uma mensagem que lhe envia um tsunami emocional? De repente, a sua vida, que você pensava que estava muito bem apenas um minuto antes, passa por uma mudança emocional, e você fica tão chateado, irritado, inseguro ou triste que você gira para um pânico emocional negativo. Ou você está ouvindo o rádio e toca uma música que lhe recorda a sua primeira decepção amorosa e você chora durante dias?

O que acabou de acontecer? Sua energia emocional foi colocada em movimento porque uma conexão foi feita com um buraco negro emocional que agitou a sua energia e lhe deixou em um estado de pânico. Agora você tem que encontrar a fonte deste buraco negro emocional, curá-lo e liberá-lo, para que você possa trazer novas energias.

Buracos negros emocionais não são, ao contrário do que você possa pensar, espaços onde não temos energia emocional. Eles são espaços em nosso corpo emocional onde, como os buracos negros no universo, nós temos uma concentração de energia muito densa, um reservatório que contém todo o nosso trauma emocional não cicatrizado. Nossas memórias emocionais mais dolorosas representam os nossos maiores buracos negros emocionais, e eles são forças poderosas de negatividade. E como os buracos negros, eles drenam a energia de tudo em nossa vida. Eles podem transformar os nossos melhores momentos em eventos tristes, porque eles são um lembrete constante de um passado doloroso. E eles têm fortes pontos desencadeadores que podem ser facilmente ativados pelo menor evento ou situação.

Buracos negros emocionais funcionam de duas maneiras – eles sugam a energia quando tentamos encontrar um antídoto para a dor, e eles alteram o nosso corpo de energia, de modo que toda a nossa energia reflita a energia deles. Quanto maior for o trauma, mais somos afetados pela freqüência e a vibração de nossos buracos negros emocionais. Pense em um aspirador gigante que suga toda a alegria, a paz e as coisas boas da sua vida. Você cria o vácuo para que você não se arrisque a ficar desapontado se as coisas não funcionarem para você? O trauma emocional do buraco negro é baseado na experiência do passado, de modo que eles têm uma base de fato e verdade.

E eles são também os espaços que tentamos preencher quando chegamos a novos relacionamentos e procuramos pessoas que nos amam. Esperamos que elas preencham o buraco negro emocional para nós, mas, como você provavelmente já experienciou, tudo o que elas fazem é tornar o buraco maior, porque elas não podem nos dar algo que já não temos dentro de nós.

Recebemos e processamos a energia universal através de nosso corpo emocional e estamos movimentando a energia ao redor durante todo o tempo. Mas os nossos buracos negros emocionais são lembretes constantes da dor que podemos experienciar quando assumimos riscos emocionais ou abrimos os nossos corações. Assim, criamos uma zona de conforto energética e movimentamos a energia em pequenas quantidades e na mesma frequência e vibração, geralmente em torno da energia de nossos buracos negros emocionais.

Então, quando nós precisamos realmente fazer uma grande mudança e transformar a nossa velha energia emocional, o que significa reconhecê-la e liberá-la consciente e intencionalmente de nosso corpo energético, para que outra energia possa ocupar o seu espaço, algo deve chamar a nossa atenção.

Assim, criamos um evento de vida que nos permite ver onde estamos limitando o movimento de nossa energia e que energia requer um grande movimento em vez de um deslocamento minúsculo e confortável. E quando precisamos mudar a energia de nossos buracos negros emocionais, os lembretes chegam de maneiras que são difíceis de ignorar. Mas quando pedimos uma mudança, nós recebemos o que precisamos mudar. Agora só temos que fazer o trabalho de realizar a mudança em nossa vida.

Isto é onde nos posicionamos ou desistimos, onde devemos estar dispostos a confiar que não cairemos, se tentarmos voar na alegria, na paz, no amor e na abundância que queremos em nossas vidas. Nossos buracos negros emocionais nos drenam, e criam uma forte vibração negativa que afeta toda a nossa energia. Liberá-los permite que mais energia gratificante entre em nossos campos de energia e se integre em nossas vidas.

Se isto for mais perceptível para você, saiba que é porque estamos experienciando tantas descargas de alta freqüência e energia de vibração elevada que toda a nossa energia negativa está sendo acionada e precisamos estar dispostos a liberá-la para criar espaço para uma vibração mais elevada. Isto é uma parte importante de nossa jornada da ascensão e estar disposto a fazer este nível de cura, limpeza, liberação e transformação é um passo corajoso nesta direção.

http://enlighteninglife.com

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

 

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O “corpo de dor” –

(ECKHART TOLLE)

No caso da maioria das pessoas,

quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos.

Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro.

Num sentido estrito, não pensamos- o pensamento acontece em nós.

“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa

quanto “eu faço a digestão”

ou “eu faço meu sangue circular”.

A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.

A voz na nossa cabeça tem vida própria.

A maioria de nós está à mercê dela;

as pessoas vivem possuídas pelo pensamento,

pela mente.

E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado,

então somos forçados a reinterpretá-lo sem parar.

O termo oriental para isso é carma.

O ego não é apenas a mente não observada,

a voz na cabeça que finge ser nós,

mas também as emoções não observadas

que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.

A voz na cabeça conta ao corpo uma história

em que ele acredita e à qual reage.

Essas reações são as emoções.

A voz do ego perturba

continuamente

o estado natural de bem-estar do ser.

Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse,

mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo-

a ameaça vem da mente.

O que é uma emoção negativa?

É aquela que é tóxica para o corpo

e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento,

tristeza, rancor ou desgosto intenso,

ciúme, inveja-

tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo,

afeta o coração,

o sistema imunológico,

a digestão,

a produção de hormônios,

e assim por diante.

Até mesmo a medicina tradicional,

que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona,

está começando a reconhecer a ligação entre os estados

emocionais negativos e as doenças físicas.

Uma emoção que prejudica nosso corpo

também contamina as pessoas com quem temos contato

e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia,

um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos.

Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.

Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas,

quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais,

que chamamos de “corpo de dor”.

O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz.

Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos

porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos-

o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso.

Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor”

está vivendo por nosso intermédio,

fingindo ser nós.

E, para ele, a dor é prazer.

Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor”

costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos

até que as duas pessoas comecem a viver juntas e,

de preferência, assinem um contrato

comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.

Nós não nos casamos apenas com uma mulher

ou com um homem,

também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.

Pode ser um verdadeiro choque quando-

talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel –

vemos que nosso parceiro ou nossa parceira

está exibindo uma personalidade totalmente diferente.

Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa,

nos culpa ou grita conosco,

em geral por uma questão de menor importância.

A essa altura, podemos nos perguntar

se essa é a verdadeira face daquela pessoa –

a que nunca tínhamos visto antes-

e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheira.

Na realidade, essa não é sua face genuína,

apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”,

no entanto seria sensato escolher alguém

que não tivesse um “corpo de dor” tão denso.

O começo da nossa libertação do “corpo de dor”

está primeiramente na compreensão de que o temos.

É nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”.

Quando não nos identificamos mais com ele,

o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e,

assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles.

Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.

No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento,

ele começa a perder energia.

A energia que estava presa no “corpo de dor”

muda sua freqüência vibracional e é convertida em “presença”.

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