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QUEM É ILUMINADO?

Mensagem do Arcanjo Uriel, canalizado por Jennifer Hoffman

Terça-feira, 5 de fevereiro de 2008.

Nossa jornada espiritual é um caminho em direção à iluminação,  onde nos foram concedidas muitas oportunidades para melhorar-nos, crescermos  e aprender sobre nós mesmos e sobre o nosso próximo. Como nos movemos em  direção a esse objetivo, procuramos por professores e guias para ajudar-nos  nessa caminhada, procurando por aqueles que acreditamos já terem alcançado o  entendimento ou que sejam mais  iluminados do que nós. Temos a tendência  de acreditar que eles podem conceder-nos  esclarecimentos sobre iluminação  e o aceleramento do processo.  Desta forma, quando nos deparamos com  pessoas que nos ensinam lições difíceis,  acabamos por acreditar que  encontramos pessoas menos esclarecidas que nós e questionamos nosso próprio  nível de evolução espiritual.  Entretanto estamos olhando para essa  questão da forma errada porque todos somos iluminados, cada um da sua forma.

O esclarecimento ou iluminação não se refere a  ser  espiritualmente avançado ou a alcançar níveis superiores. Isto é parte do  processo de evolução e crescimento, que é nossa jornada de vida.  E isso  é diferente para cada um de nós.  Para alguns, a iluminação pode  significar a superação de uma simples preocupação ou crença.  Para  outros isso pode ser a realização de uma habilidade espiritual.  Isso poderá  levar uma vida inteira para  mover-se apenas um nível ou podemos  mover-nos através de vários patamares  de crescimento e entendimento.  Nossa habilidade para tornar-nos iluminados depende de várias coisas,  inclusive nosso desejo de curar-nos e crescermos, nossa habilidade para  aprender e nosso comprometimento com a nossa caminhada espiritual.  Mas  acima de tudo, isto depende  do que viemos realmente aprender aqui.

Cada um de nós nasceu com lições a aprender e ao longo do  tempo aprendemos a reconhecê-las.  Eventualmente  cada um reconhece  o fato de  repetirem-se certas situações e circunstâncias em suas  vidas.  Se  as pessoas  escolhem reconhecer e trabalhar com  essas situações,   é parte de seu processo de evolução.   Talvez aqueles que não parecem estar crescendo espiritualmente sejam  pessoas  espiritualmente  evoluídas que vieram para aprender sobre  medos e mágoas.  E as  dificuldades que eles enfrentam são parte  desse processo de aprendizado.  Isso faz com que eles sejam menos  iluminados?  Quem pode julgá-los?

Atrair mestres difíceis não reflete necessariamente a  ascensão, tanto a nossa quanto a  dos outros – o fato de estarmos  atraindo-os significa que a conexão existe e que podemos aprender  um  com o outro.  A experiência é parte de nossa jornada.  O que cada um  de nós precisa para  aprender com aquela experiência é somente  conhecer-nos a nós mesmos. Talvez precisemos aprender sobre resistência  e  desconfiança.  Talvez precisemos ser uma força negativa  persistente na vida de alguém para ajudá-lo com seus próprios  sentimentos.   Talvez precisemos aprender a estabelecer  limites.  Talvez precisemos aprender a amar a nós  mesmos.   Qualquer que sejam as lições que vivenciarmos,   com e através dos  outros, o crescimento ocorre para cada um  Apenas não é o mesmo para todos.

Ao vermos  a iluminação  como um tipo de hierarquia  espiritual, estaremos esquecendo-nos que somos todos perfeitos e conectados.  Cada pessoa está sempre no nível perfeito de crescimento que ela pode  alcançar em qualquer momento de toda sua vida. Trata-se de um processo  individual, portanto não se podem fazer comparações.  Ao fazermos  comparações estamos julgando os outros e frequentemente a nós mesmos. Nós não  somos parte interessada na importância ou valor das lições de quem quer que  seja, assim como não somos capazes de ver o objetivo completo do que essas  almas vieram vivenciar.  Não é possível para nós sabermos  quais  são as lições de cada um, da mesma forma que  nós não podemos saber qual  a importância de certas experiências para eles.

Se passarmos a ver cada um como alguém iluminado e  respeitarmos suas jornadas, não importa a que tipo de experiências de  vida  são submetidos, estaremos movendo-nos em direção ao espaço do  não-julgamento, aceitação e amor incondicional.   Esta é uma lição  que toda a humanidade está vivenciando ao seu  tempo. É onde nós  precisamos estar se quisermos abraçar as oportunidades da mudança e criar um  mundo onde a paz, a alegria e o amor incondicional estejam disponíveis para  todos. Ao vermos cada um como um ser iluminado,  estaremos reconhecendo  a jornada desses espíritos e poderemos escolher se iremos fazer parte disso  ou não.  Isso nos permite decidir quem ou o que nós permitiremos   compartilhar  com a nossa própria jornada. E isso nos trará paz quando  lembrarmos que todos são iluminados  e que quando nós brilharmos nossa  luz e trabalharmos sobre nossas próprias decisões, permitiremos que os outros  façam o mesmo  para aperfeiçoar a caminhada de crescimento de suas  próprias almas, suas curas, amor e o retorno à FONTE QUE TUDO É.

Texto  traduzido por:  Virgínia Martinez  Dammroze.

Itu, 28.02.08. E-mail dammroze@uol.com.br

Direitos reservados © 2004,2005, 2006 para Jennifer Hoffman.

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Nosso Templo

A verdadeira grandeza do homem não está em sua habilidade para domar ou defender a natureza, mas em sua capacidade para enxergar-se parte dela e domar a si mesmo.  

 A natureza não está dentro ou fora de nós, pois somos parte dela. E é nela que devemos buscar o nosso único e legítimo templo de integração com Deus.  

 A humanidade tem, ao longo de milênios, erigido templos de pedra, frios e vazios, sem a fé que transforma e o amor que purifica. São templos onde Deus não entra, onde o sagrado não habita, onde O que é não está.  

 Esses templos são templos dos homens para si mesmos, para o seu orgulho e a sua vaidade. Templos erguidos para esconder a sua falta de fé e protegê-los de sua própria consciência.  

 Em templos assim, eles tentam provar a si mesmos o quanto são superiores e o quanto estão mais próximos de Deus. E, quanto mais o fazem, mais inferiores e distantes se sentem. Sem perceber que, dentro deles, vão se tornando cada vez mais frios, mais cegos, mais inflexíveis às mensagens de Deus que estão lá fora na natureza rústica e selvagem, como foi criada.  

 Em cada árvore, um Orixá.  

 Em cada gota dágua, um Buda.  

 Em cada rocha, um profeta.  

 Em cada estrela, um Anjo.  

 Em cada nuvem, um Santo.  

 Em cada trovão, um Mestre.  

 Em cada chama, uma Divindade.  

 Na lua, uma deusa.  

 No sol, um deus.  

 E, e em tudo, assim como em nós, o Deus, o mesmo Deus que criou tudo, desde os grãos de areia até as estrelas, dando a tudo a mesma força e o mesmo tamanho, fazendo de tudo o seu grande e perfeito templo único.     

Por Maísa Intelisano

http://www.stum.com.br/clube/artigos.asp?id=22645

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